terça-feira, 12 de maio de 2009

O Governo contra a Magreza.

O Governo contra a Magreza.

Thiago Turbay Freiria

A magreza deve ser proibida em campanhas publicitárias e desfiles. Uma comissão montou a relação índice de massa corpórea versus saúde. O projeto do Senado discute na próxima semana o projeto do senador Gerson Camata (PSB-ES) que proíbe modelos super magras em desfile nas passarelas e em comerciais de TV. Em proveito, o ministério público proíbe a magreza.  A inércia da vigilância sanitária contra os medicamentos emagrecedores, vilões da saúde, e filão das farmacêuticas, será camuflada pela proibição.

O índice governamental pretende acumulo de gordura, excesso. A sucessão governamental depende da proibição da magreza para construir o palanque eletivo de 2010 com a defesa, o governo engordou as contas públicas. Isso se deve a coerência do regime político. Nota-se como o simples processo de gestão de crises agudas interfere a vida cotidiana dos civis, meros.

Diretamente ligado ao sistema político coeso, a desenvoltura do mercado atual, em momento crítico, chegou às providências da saúde, o governo então é a saúde do sistema financeiro.  Em 2010, o PT chegara com a bula intercoetera, dividindo o mundo em duas áreas de influência, Lula faz parte do mundo sistemático das minorias representativas, contra o dividendo das contas dos países do G-20, contrariando os países mestres do G-7, onde está o consumo.

Em discurso dirigido para a comissão do G-20 em São Paulo, na segunda-feira, o presidente, durante o café com o Presidente, afirmou a necessidade da solução da crise pela integração dos países ricos com os países que pretendem ser. Diz o Presidente, estamos mais preparados para discutir a crise, pois não estamos mais afetados por conseguir reservas positivas. Conte, o pacote contra a magreza não é só uma solução estética para o desespero fútil do padrão boa forma, mas é um plano eleitoral sustentável.

 

 

 

 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Agora é o Ano.

Thiago Turbay Freiria

Chega o ano repercutido pelas nuanças lavrais do subsídio.
Surgem os lugares que visitaram, as sonatas declamadas, as rosas partidas.
Vejamos quantas palavras sorrateiras plantamos, o quanto deixamos que desacreditem em nossas palavras. Quantos gestos bruscos nos tiraram suor e arrancaram outras lágrimas, às vezes alheias.
Vença os medos e o desespero da mudança, aguente a chatice da disciplina. A legião de insegurança que nos aprisiona.
Faça o ano, que lhe digam com saudade, daqui os próximos que seguirão.
Chame os sapateados, os chiliques a saliva desperdiçada e amoite na palestra da sabedoria.
Paciência! É a virtude mais provável.
Paciência! pelo gosto suado da realidade é preciso ter mais paciência, muda-se com a aplicação da iniciativa. Tenhamos mais dela, pois é preciso para que cresçamos. A união é mais do que se acomodar, é por seu pé ao lado e seguir. Sem que haja isso, nada pode ser pleno.
Socorram seus erros, e peçam que aos que lhe acompanham que sobrevivam, também, da mesma forma, e de que hora em vez preste mais atenção a você.
Desejo-lhes um feliz Ano Novo

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

OlymPIADAS!

Thiago Turbay Freiria

Desempenho pífio! Sentados a margem do berço esplendido. No trigésimo oitavo lugar, sentado à baixo do pai todo poderoso, o Brasil vai carregando a bandeira nacional pelas bordas dos jogos político-esportivos da China.
A competência artística e esportiva são reflexos da boa alimentação, da resistência patelar, das referências pessoais, e do tratado político que se firma, dos ministérios e das políticas públicas, que produzem resultados bons ou desastrosos. Diz-se aí que a virtude nacional na vila olímpica é resultado das piadas e do carisma nacional.
O quadro de medalhas desemboca no labirinto da legião dos países em desenvolvimento. A china apavora os francos brasileiros, a ira Chinesa demonstrada no pagão quadro de medalhas merece consentimento até da ONU ( Organização das Nações Unidas) para a vaga na cadeira de segurança do conselho.
Há recordes nessa Olimpíada, como sempre haverá, no Brasil há recuperação. Os atletas tomam seu suado uniforme com garra, mas as políticas públicas e privadas, de incentivo ao esporte, levam a sombra de grandes empresas de matérias e marketing esportivo, responsável pelo bom patrocínio dado por empresas nacionais para umas dúzias de atletas nacionais, os outros mínguam.
Cabeceando a pluralíssima campanha nos jogos de Pequim 2008, vamos ao que nos interessa, somos francos flagelados nas túnicas dos países com bom desempenho, isso não é novidade, mas confesso que o impressionante título melhor do mundo corre mesmo todo território do globo, ao exemplo de Usain Bolt, da Jamaica, corredor.
A constelação das Olimpíadas de Pequim, no ano de 2008, ascendeu sua estratosfera pela determinação organizacional dos jogos, nenhum atleta fará história como a explosão da cobertura jornalística e de fichas digitais, de bytes escalonados. A era digital e de comunicação midialógica e móvel trouxe os jogos às diversas telas, dos variados aparelhos a explodir em cara de brasileiros aturdidos, com os resultados pequenos. O baile não acontece também nos ardentes solos esportivos, o seminário da Globo( Rede Globo de Televisão) sobre novas tecnologias esqueceu-se de avisar os apresentadores. A tela Screen com que os ditos cujos nos mostram os painéis e tabelas dos jogos vivem pipocando e ricocheteando na mãos dos globais, o Brasil entrou na era digital e esportiva, mas como PIADA.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Gilberto Gil abandona cargo pela Demanda!

A priori, a demanda é dos obstáculos o mais cativo. Outro afim é o desleixo, a incapacidade, mas saber-se capaz e capitular por excesso de demanda é uma das atividades mais arrogantes. Se assim disserem que depende da vontade ou da disposição as duas forças tomam patamar celestial. É assim a história política que pretende afundar seus dentões na porosa leitura histórica. Lê-se que é uma tentativa marota de se entrar na história pela devoção do povo.
Prezados leitos históricos provam o deleite de ter deixado seu cargo para servir ao braço da prosa e da fama. Leia-se Getúlio Vargas, o mais fanático ator dessa conspiração para com o povo, talvez tão lunático que não percebeu que enquanto morre-se não vive para contar os benefícios. Até trapalhão concorre ao título do amiúde reinado. Que pode ser tão severo, como em Janio Quadros, que limpou seu nome da história ao presidir uma despedida que no seu cardápio o povo não aceitaria e almejaria sua volta. Ele fez o contra-contra golpe, mais não deu.
Ajeitando outras possibilidades tem-se, nesse processo histórico, um fundamento cultural, que é dado pela transformação da consciência de que o Bom moço tende a retornar. Sabendo os ditos populares um bom filho a casa volta. E diz o bom samaritano_ Volto a dedicação de minha vida, pois a deixei a serviço de vocês! È da boa malandragem o penteado dessa trama. Mais para frente o Brasil mostra. O governo militar é assim, pintou, bordou, e pediu, assim, que o povo voltasse à democracia, por braços seguros, pela tutela responsável do Estado Maior Militar.
A demanda é a desculpa esfarrapada de quem não abastece sua função, para que deixe ao cargo do requisito a culpa de não fazê-la mais. Culpo assim, pelo juízo expresso o Ex- Ministro da Cultura, Gilberto Gil, que debilitado por sua carreira não deixa a compensar o ministério com sua política integrada e audaciosa, que cumpriu a estruturação burguesa e rudimentar de trazer cultura a classe com acessibilidade, e dar versões DEMO para as classes carentes. O Gilberto Gil tem, me parece, um jeito meio manhoso, e rasgo que é pela inveja de Roberto Carlos, por sua majestade. Agora é de carreira que o Lula vai estipular seu ministério, toda vez que alguém for atarefado vai sair do ministério, por que o partido dos Trabalhadores, o PT, não pode trabalhar tanto.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Declarado

As declarações são o bem jurídico da fala. Como a pontuação é da frase, a língua é do sotaque. Tudo se tratando de espécie é referendo da pujança, as declarações também o são, mas com cisma sofre açoite de quem se arrepende. Quem diz sofre ainda a pena de não querer ter dito, pondo risco a prudência.
Sabe-se o errado que desocupa o banco do réu se assim o provar como o certo, mendigando uns troféus pelas boas ações e amoitando as negativas pela derradeira desculpa. Todo canto que houver culpa há mais esforço do que o certo. Para ser um sujeito errado precisa de disposição, dá trabalho.
O certo é preguiçoso, arranjado com a pechincha, não precisa de esforço para ser bom, pois faz assim como a natureza o designou. Por isso nos dias de hoje tem pouco valor a gente boa, é mais por selo que juntado com a verdade, ser bom dá prejuízo! Além de toda prova que se dá para admitir que não houve má intenção, esse mesmo esforço denota uma prática negativa, pois o bom se precisar forçar para que seja não o é.
O juizado prudente é o que o faz ao silêncio, o que mastiga com insistência antes de engolir, o que revisa as peças antes de solapar uma descuidada declaração. Pois ao mero acaso do dizer faz-se uma ameaça contundente ao bem, e não conheço com mera consciência que o fale de traz para frente para remendar um erro.
Sem bem porque, a permissão der afetar a verdade é conferida ao moderador da mesma, para que sirva ao paladar e ao entendimento do audacioso leitor, que desrespeitadamente ousa entender sem que passe na mão caprichosa dos relatores, assim é precavido quem dispõem da sua verdade ao silêncio, que ao bem ou mal cabe a liga da imprensa julgar a natureza dos outros.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Saudade

Antes todo era só, do começo ao fim tudo era só. Agora tem a vida, tratado de acompanhar as pessoas, mesmo estando longe.

Assim sem costume vigiam-nos para todo canto, sem poder esconder, e sem deixar esquecer.

A justiça ainda é longa, mais a lembrança é sempre arredia, aparece quando não deve e de birra quando chamamo-la, some. A lembrança reside sempre à casa de quem tenha passado e abandonou seu posto.

Como assim preside o cesto de quem abandona a criança, não encontra na teia alvo e sim afeto, no berço aprisionado não vê controle, mais sustento, adiante quem a sente, a saudade, sente pela falta e não pela presença.

A todos meros saudosos que tem em peito alguma marca dos que passaram, vive só ao trote da marcha lenta do esquecimento e remontam o que não tem.

Abrasivo é o fervor da saudade, por que passa sem deixar lance, mais reside pelos que passou do rápido fulgor do abandono ao lento caminhar do esquecimento.

Aos que sentem então levado fardo justifique, é melhor não ter memória à passar assim lamentando pelo que passou ligeiro e ficou fincado.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Vento

Há Cães, lobos rugindo ao preço da raiva, sacolejando o nitrato da terra, arregaçam a pelagem e acariciam mais tarde, numa fina investidura, é esse o vento. Ação forte é do mesmo gesto que o pecado do tato. O desejo da leveza é o teto do vento, o de voar a missão, assim quando leva a mando o bom, carrega na raça o desespero.
Planta não nasce, vento! Brota com deslize do solo, o fogo não queima sem a obediência do ar, a luz não corre sem a ligeireza do vento, e tu és assim solitário, e sempre vento, só o que lhe basta são seus resultados e assim sem essa pretensão de ser, tu vives a servir de forma arrogante.
E se parar vento, como andará o tempo? Para?Pois voltar não justifica, sem vento de dar, ou para tomar, o que fará vento tu sem o tempo? Ah! Peguei-o, assim provo de modo sestroso que é fácil atingir o inatingível, é fácil o ser quando não prova.
Pegue o Vento leitor, poupe-o de sofrimento, que serve ele a ser libertário se é preso. Sem que o ar seja, o mote do que há? Nada, respondo sem ser sabido. És vento, pois és ar, quando és de força és de delicadeza, e sem haver nada há para crer, nesse ser e não.
Soltem o vento, pois ele sabe que caminha mais não sabe onde.

Thiago Turbay Freiria